3 de outubro de 2013

19 de setembro de 2013

Bolsas de estudo para aulas de dança a filhos de colaboradores






Caros colegas,

É em situações destas, que eu gostava de retroceder no tempo e voltar a ter 6 anos de idade.
No entanto se não se adequa a nós, que seja para os nossos filhos.
Aproveitem esta oportunidade e se tem filhos com idades compreendidas entre os 6 e os 10 anos, enviem a inscrição.
O Prazo termina a 30 de Setembro, ainda estão a tempo!
Consultem p.f. o regulamento em:

30 de agosto de 2013

Day Out


Caro colega,

Vem aí o day out – um evento a não perder com várias atividades organizadas a pensar num dia de descontração para todos os elementos do grupo dst.



A participação é gratuita para todos os funcionários e exclui amigos e familiares.

Agradecemos ainda a divulgação desta informação a todos os colegas que não têm acesso ao email ou se encontrem de férias mas desejam participar.

Tragam muita boa disposição e fairplay!

*** mais informação: eventos@dstsgps.com

3 de junho de 2013

2 de maio de 2013

Panda Raid 2013



Ora boas Pessoal,

Tardou mas aqui vai:

Assim sendo, posso dizer que foram umas férias muito bem passadas, e muito bem organizadas pelo pessoal do PandaRaid.

Começamos por ir mais cedo um dia, ou seja dia 28 de fevereiro, visto que no dia 01 tínhamos de estar em Madrid de manhã cedo. Assim dormiu-se no hotel e no dia seguinte lá estávamos no Estádio Santiago Bernabéu para darmos início à aventura. Depois, de todas as verificações, e já com todo o pessoal organizado, saímos do estádio às 2h da tarde, e em percurso livre (600km) até Algeciras, onde mais uma vez ficamos num hotel, para passar a noite, (importante referir que as estadias fora de Marrocos foram por nossa conta).

No dia seguinte atravessamos de barco até à tão esperada aventura em Marrocos. Nessa altura foi-nos entregue um roadbook com todas as etapas até final da prova, roadbook este que podemos dizer que não era muito mau, e deu bem para o pessoal, mesmo com pouca experiência nas andanças – o meu caso - se conseguisse guiar minimamente. É muito importante que o carro vá preparado com conta km parciais, e de preferência com 2, visto que as etapas não são feitas por tempo, mas sim pelos km.

Depois, a aventura passou por várias zonas de Marrocos, sendo que a filosofia da organização consistia em que os participantes saíssem de manhã cedo, e cada etapa terminasse por volta das 18h, para uma condução cautelosa, sem pressas e sem avarias. A condução, em Marrocos convém que seja cautelosa e sem grande velocidade, o que no caso do Panda também é difícil andar muito rápido :) :) :) .)
 , visto que se está sujeito a deparar com factos, e situações o mais estranhas que se possam imaginar na estrada, por exemplo, nós passamos por burros a comer a erva, no separador de uma autoestrada; pessoal que para na faixa de rodagem da auto-estrada e vai dar uma “mija”; pessoal sentado nos rail da auto-estrada à espera do autocarro e, etc…

Em relação aos participantes, uma vez que éramos 92 pandas/marbellas, mais os carros da organização, posso dizer que tivemos, sempre um pouco de tudo: pessoal sempre stressado, os calmos de mais, os que estão para complicar, etc. Tivemos pessoas que vão para o PandaRaid a pensar que vai para o Dakar!... Tínhamos lá casos de pessoal com panda 4x4, rollbar, capacete e toca a acelerar como não existe-se amanhã…, o que por vezes, despoletou algumas consequências, que por acaso não foram graves, mas ainda assim existiu umas saídas da estrada, carros tombados e coisas desse género.

Em termos de assistência a organização disponibilizava, diariamente uma equipa de mecânicos (Marroquinos), que estavam preparados para avançar com o que fizesse falta. Vi trocas de motor, caixas, passar os eixos dos marbelhas para baixo das molas entre outras situações caricatas. De salientar que estiveram, sempre prontos a ajudar e a trabalhar até que o carro fica-se pronto para o dia seguinte. Tivemos carros que com a condução agressiva dos participantes, os desgraçados dos carros tinham de ir todos os dias aos mecânicos :) :) : era muita “Biolência”.

As refeições funcionavam da seguinte maneira: de manhã era oferecido, nas tendas um pequeno-almoço, que custou um pouco a habituar-me. Tínhamos café, leite, chá, pão, mel, e pouco mais, depois existia também umas panquecas, que dependiam do dia, havia dias que se comiam, outros Deus me livre!…, Só o cheiro matava um. Depois disso, antes da partida eram distribuídas garrafas de água para os participantes. O almoço era livre, cada um comia onde, quando, e o que tivesse, nós cozinhamos todos os dias de fogão :) :) , porque Português que é Português, não ia para Marrocos sem a lancheira. No final do dia era oferecido um jantar, que podemos dizer que não era muito mau.

A organização, em tenda disponibilizava todos os dias WC’s e cabines de duche, com água quente, o que era muito bom e sabia muito bem, no final de um dia de tanto pó. Neste ponto, podemos dizer que estiveram muito bem.
Antes da viagem tínhamos ouvido falar um pouco mal da organização, o que na minha maneira de ver, até estiveram bastante bem, tendo em conta o nº de pessoas a controlar. A organização contava com um Staff numeroso, com carros de apoio, camião de assistência, fotógrafo profissional, etc. etc., e ahhhhh, contava também, com umas chicas bem jeitosas e bem-dispostas para alegrar o pessoal.

Tenho pena de não termos estado mais tempo em Marrakech, visto que chegamos lá já deviam ser umas 19h, fazer check-in, jantar e tal, só deu para dar um passeio à noite na praça, que é bastante agitada. Onde temos o pessoal a passar de mota nos passeios, de um lado e de outro, que só visto, tamanha confusão! que só mesmo vivendo, pois contado, ninguém acredita. Mesmo o trânsito, durante o dia é caótico: com carros e motos a vir de todo o lado, com as buzinas sempre a tocar, pessoal a passar nos vermelhos, do pior!….
Ahhhh! Já me esquecia! Tivemos uma etapa que teve de ser cancelada, devido a uma tempestade de areia, que se levantou e pela chuva que tinha caído durante a noite. Etapa, esta que íamos em primeiro e onde, eramos os únicos que tínhamos conseguido dar com o caminho correto…isto, é o que dá ser Português, e querer ir em primeiro Lolololo.

A última etapa foi muito boa, não pelo percurso, mas sim pelos últimos 30km, que foram em areia, junto ao mar. Uma aventura muito louca, em que no final se fez uns arranques, tipo 10 carros de cada vez, a arrancar e a ver quem mais andava… em que no final se colocou os carros virados para o mar, para se tirar a foto de grupo com as tochas acesas. Foi lindo!...
A pior parte foi mesmo o regresso, 1800km que fizemos em 24h seguidas, com 2 horas passadas no ferry.

Espero que para o próximo ano, possa voltar a fazer esta aventura. O ideal é mesmo levar um Panda 4x2 ou um marbella, visto que a tracção quase não faz falta e consegue-se fazer tudo com um 4x2.
Grande Abraço!
João Pinheiro

PS: quero, desde já, deixar um agradecimento especial ao Agostinho, Miguel Carvalho, ao Ricardo,(Skobalpinista) e ao Tiago Silva ( Futuro pandista), pelo material emprestado e disponibilizado para esta aventura. Sem esquecer, os nossos Patrocinadores, que sem eles, isto não teria sido possível: Potauco, Guimampere, Wim, Empiphone e Proworld.

23 de abril de 2013

Uma copa mais confortável!...




A nossa colega Mónica Marques resolveu tornar a nossa copa mais confortável!... Vejam só nem o logotipo faltou...

 na falta de espaço para um sofá de verdade, emprovisou-se um.

Foi uma inovação!


Mas os dotes dela não ficam por aqui...verifiquem como ela é prendada:

 O grande pode servir para colocar canetas e mais pequueno para clips!

Acho que ela aceita encomendas!




8 de março de 2013

25 de fevereiro de 2013

Trabalhar em Equipa


Inauguração Loja Decathlon de Setúbal

Um bom trabalho de equipa entre o Director de Obra: Eng. Paulo Assis e o Chefe de Equipa: António Octaviano.

Inovador cabo aéreo de fibra óptica apresentado em Londres


Inovador cabo aéreo de fibra óptica apresentado em Londres

Autor: Ice Comunicação
Quarta, 20 Fevereiro 2013 16:59

A Nexans desenvolveu, a pedido e com a colaboração das empresas dte e dstelecom (grupo dst), um inovador cabo de fibra óptica, que vai garantir as ligações de banda larga nas zonas rurais em condições técnicas de superior qualidade. O novo tipo de cabo, que já está patenteado, permite uma maior capacidade em termos de ligações aéreas e já está a ser implementado na Zona Norte de Portugal, integrado no projecto das Redes de Nova Geração que a dstelecom tem em curso. O plano de trabalhos prevê que esta solução comece a ser implantada em breve também a Sul, designadamente no Alentejo e Algarve.
O carácter inovador deste novo cabo de fibra óptica está a gerar vivo interesse no mercado de telecomunicações, sendo que está já marcada a sua apresentação na FTTH Conference 2013, a decorrer até dia 21 de Fevereiro, em Londres. Integrada no painel «Innovative Solutions for FTTH Installation and Roll-Out», agendado para quinta-feira da parte da manhã, a apresentação do novo produto da Nexans desenvolvido com o grupo dst será uma oportunidade única para a divulgação de uma tecnologia de ponta que promete transformar a acessibilidade e capacidade das redes de telecomunicações que servem as zonas rurais.
Concretamente, esta solução torna possível o estabelecimento de ligações a clientes em qualquer ponto do percurso do cabo, ao invés do que acontece com os cabos tradicionais que obrigam a fixar os pontos de ligação dos cabos de acesso aos edifícios dos clientes. Segundo a dstelecom, esta característica torna o cabo particularmente apelativo para utilização nas zonas de baixa densidade habitacional, onde os conceitos tradicionais de procura utilizados para desenhar a topologia da rede de acesso, como por exemplo a percentagem de penetração, não têm aplicabilidade e o que prima é a abordagem individualizada de cada cliente.
A FTTH Council, responsável pela organização de diversas conferências em torno das Redes de Nova Geração, propõe este ano a apresentação dos últimos avanços nesta área, designadamente no que concerne à aposta crescente da instalação destas redes em zonas rurais. Fundada em 2004, com o objetivo de acelerar a disponibilidade e acesso à banda larga a empresas e particulares, conta com mais de 150 membros, entre os quais alguns dos maiores players europeus do sector.
As Redes de Nova Geração
O grupo dst, através da dstelecom, está presente no mercado das telecomunicações, desde 2008, assumindo o desenvolvimento de um modelo de redes abertas a todos os operadores. Estas Redes de Nova Geração, em implementação nas zonas rurais do Norte, Alentejo e Algarve, representam um investimento de 100 milhões de euros na implementação de nove mil quilómetros de fibra óptica. O acesso a esta infra-estrutura está aberto a todos os operadores e prestadores de serviços de telecomunicações electrónicas, permitindo, desta forma, esbater as assimetrias que ainda se verificam entre Litoral e Interior, no que concerne à disponibilização da banda larga.
O projecto terá impacto directo em 79 municípios, correspondendo a 22,6% da superfície do país e 7,1% da população residente (cerca de 700 mil pessoas).
O grupo dst
Fundado em Braga, o grupo Domingos da Silva Teixeira (dst) emprega hoje cerca de mil colaboradores, desenvolvendo a sua actividade na engenharia civil, sector que está na sua origem e no qual é um dos players nacionais de referência. O grupo dst tem alargado o seu portfólio de negócios, expandindo as suas áreas de intervenção a sectores como o da Água e Ambiente, das Telecomunicações, das Energias Renováveis e da Inovação, com investimentos em curso quer a nível nacional, quer a nível internacional.

31 de dezembro de 2012

18 de dezembro de 2012

Percurso da dte ao Restaurante solar de Sant’Ana


Restaurante Solar de Sant’ Ana

Morada:
Rua da Ribeira, 31
Este (S. Mamede)
4715-515 Braga

Coordenadas:
N 41.5635679º
W 8.3872222º
http://goo.gl/maps/NU0Cr



Ver mapa maior


7 de setembro de 2012

A diferença entre os bons profissionais e os excelentes profissionais.


Um profissional excelente não é um líder, mas sim um líder que passou por uma aprendizagem, não é um gestor acabado, mas um gestor construído. Um profissional excelente é esculpido no terreno da educação, elaborado no solo dos conflitos, forjado no calor dos desafios e construído no terreno das fragilidades.
Antigamente ser um bom profissional, independentemente da profissão que escolhesse, era suficiente para ter segurança, obter regalias e atingir metas. Atualmente, as sociedades capitalistas passam por transformações tão rápidas e agressivas que não basta ser-se bom, é necessário atingir-se a excelência, inclusive para se ter saúde psíquica.
No passado, uma grande empresa demorava duas ou três gerações a desaparecer, fechar, trocar de mãos ou falir. Hoje em dia são suficientes, alguns anos ou inclusive meses para chegar a banca rota.
 Os bons profissionais são atropelados num mercado altamente competitivo, e só os excelentes profissionais sobrevivem.
Mas o que significa ser um excelente profissional?
Esta é uma questão muito importante! Quais são as diferenças entre um bom profissional e um excelente profissional? Esta é igualmente outra questão! Não é o que trabalha mais, mas é o que mais pensa. Não é o mais previsível, mas o que mais surpreende. Não é o que repete comportamentos, mas o que se reinventa. Não é o que engessa a mente, mas o que liberta a imaginação. As empresas e as universidades são canteiros de excelentes profissionais? Na minha opinião, não. Os excelentes profissionais são exceções.
Os bons profissionais fazem tudo o que lhes pedem, enquanto os excelentes profissionais surpreendem, fazendo mais do que aquilo que lhes solicitam. Um bom profissional executa as tarefas que lhes são solicitadas, enquanto um excelente profissional decifra o código da criatividade e faz muito mais do que lhe pedem. Um bom profissional é correto, ético e responsável, porem não se doa, não se entrega e apenas faz o que esta contratado para desempenhar. Um excelente profissional faz coisas que ultrapassam as suas obrigações. Um bom profissional vive no cárcere da sua rotina, não tem flexívidade e só consegue caminhar se tiver um mapa que o oriente. Tem medo de falhar, de ser criticado e de ter novas atitudes. Um excelente profissional tem coragem, é ousado, criativo, inovador e perspicaz.
Um bom profissional respeita o plano, um excelente profissional abre as janelas da sua mente e ultrapassa as suas fronteiras. Um bom profissional descobre o óbvio, um excelente profissional deixa fluir o raciocínio e descobre o que há de novo. Um bom profissional prefere a segurança dos terrenos conhecidos, um excelente profissional escolhe a insegurança de terrenos inexplorados.
Um bom profissional pertence ao rol dos indivíduos comuns, enquanto um excelente profissional pertence ao grupo dos estranhos no ninho, embora seja sociável. O que move um excelente profissional a ser diferente não é o desejo de estar acima dos seus colegas, mas o seu código altruísta, o seu desejo de servir e de contribuir.
Se alguém pedir a um excelente profissional para procurar determinadas informações, ele tentara obter mais dados do que aqueles que lhe foram solicitados. Se alguém lhe pedir arranjar uma racha na parede, procurara também reparar outras rachas que ainda não foram detetadas. Se alguém lhe solicitar que encontre uma alternativa para um determinado problema, estudara o máximo de possibilidades. Um bom profissional executa o previsível, um excelente profissional faz o imprevisível. Um bom profissional passa despercebido, um excelente profissional, por mais simples que seja o seu trabalho, nunca deixara de ser notado. Encanta, envolve, influência.

Os bons profissionais corrigem os seus erros, enquanto os excelentes profissionais os previnem.
Os bons profissionais fazem o que podem para reparar um acidente, os profissionais brilhantes fazem o que podem para evitar que estes ocorram. Os novos tempos exigem uma liderança especializada em prevenir crises e não em corrigi-las.
Os bons profissionais apagam o fogo, enquanto os excelentes profissionais previnem o incêndio. Os bons profissionais tratam os sintomas, enquanto os profissionais excelentes previnem as doenças. Os bons profissional têm o raciocino lógico linear, ao passo que os excelentes profissionais têm o raciocínio esquemático e histórico social. Corrigir erros gera aplausos públicos, preveni-los nem sempre gera glamour social, mas produz um reconhecimento insubstituível e anónimo, ou seja, o da própria consciência. Os médicos do serviço público nem sempre são valorizados socialmente. Então, e se não existissem vacinas?
Um bom profissional desconhece a arte da dúvida, as suas verdades são inquestionáveis, é um deus que anda à procura de servos, enquanto um excelente profissional sabe que é um ser humano imperfeito que vive num ambiente imperfeito. É um líder que procura pensadores. Manipula a arte da dúvida com mestria e humildade. E questiona-se continuamente: o que é que não esta a correr bem? Que falhas terei cometido? E por que razão não me terei apercebido das mesmas? O que é que não estou a ponderar?
Tentar arranjar uma solução para uma empresa que apresenta graves dificuldades financeiras constitui um determinado patamar, mas evitar que se chegue a esta situação é um degrau mais acima. Tentar vender produtos e serviços quando a empresa esta em decadência é a atitude que tomam os bons executivos, mas libertar a intuição criativa para inovar, reciclar e reinventar-se quando a empresa esta no auge é uma atitude que cabe aos excelentes profissionais.
Os bons profissionais executam ordens, ao passo que os profissionais excelentes pensam pela empresa.
Os que obedecem a ordens só se apercebem da crise de esta já estar instalada mas os pensam pela empresa apercebem-se dos seus sinais subtis antes de esta surgir.
Os bons profissionais desejam primordialmente ser gestores da sua empresa, enquanto os excelentes profissionais almejam ser primeiramente gestores da sua mente. Sabem que ninguém poderá ser um líder brilhante no teatro social se não for em primeiro lugar um grande líder no teatro psíquico. Os bons profissionais são gastadores compulsivos, enquanto os excelentes profissionais poupam compulsivamente, contudo nunca deixaram de investir nos seus sonhos e no seu próprio lazer. Os bons profissionais vivem o presente, os excelentes profissionais planeiam o futuro.
Os bons profissionais pensam que pensam, mas no fundo repetem ideias, enquanto os excelentes profissionais as constroem. Os bons profissionais publicitam as suas obras, enquanto os excelentes profissionais esperam que os outros as reconheçam.
Os bons profissionais são vítimas do síndrome do pensamento acelerado, estão sempre agitados, ansiosos, sofrem por antecipação, têm ataques de nervos dentro da empresa, ao passo que os excelentes profissionais, mesmo que sofram do mesmo síndrome redesenham o seu estilo de vida, não descarregam sobre os seus colegas a sua ansiedade e procuram proteger as suas emoções. Sabem que um líder doente formara liderados doentes e que um líder ansioso criará um ambiente psicótico na empresa onde trabalha.
Flexibilidade, autocrítica, gestão psíquica e intuição para se anteciparem os problemas são códigos fundamentais para quem quer atingir a excelência profissional. As crises começam a ser concebidas no auge do sucesso. A gestação dos fracassos inicia-se sob os aplausos do pódio.
Os bons profissionais são individualistas, enquanto os excelentes profissionais trabalham em equipa e lutam pelo cérebro do grupo. Os bons profissionais estão isolados, enquanto os profissionais excelentes interagem. Os bons profissionais lutam pelo estrelato, enquanto os profissionais excelentes lutam pelo sucesso da equipa.
Os profissionais excecionais sabem que trabalhar em equipa significa mais do que estar simplesmente juntos, é acima de tudo sinónimo de cruzar mentes. Sabem que significa mais do que sentar-se em frente de um colega e emitir opiniões. Quer sobretudo dizer que se deve deixar fluir o pensamento, construir uma mesa redonda de ideias, traçar objetivos e definir focos.
Os bons profissionais são ingénuos, desconhecem as armadilhas da sua própria mente e da dos seus colegas, enquanto os excelentes profissionais têm consciência de que todos os membros da equipa, inclusive ele próprio, possuem fantasmas alojados no seu inconsciente: o fantasma do ego, das vaidades, dos paradigmas rígidos, da hipersensibilidade, dos ciúmes e da necessidade neurótica de fazer prevalecer as suas ideias.
Os excelentes profissionais têm a noção de que até a timidez é uma forma subtil de disfarçar o orgulho, o orgulho de não se expor, de se preservar, de não colocar em xeque as próprias opiniões. Têm consciência de que por mais democráticos que sejamos, todos nós possuímos um pequeno ditador no nosso inconsciente, até quando hasteamos a bandeira da humildade.
Por isso, são facilitadores do debate, exaltam a participação dos vários membros, valorizam as respostas que não são aproveitadas, estimulam a democracia das ideias, promovem o código do altruísmo e aplainam o relevo das vaidades.
Os bons profissionais estão aptos para exigir, pressionar e punir, mas os excelentes profissionais estão aptos para encorajar, estimular e apostar na sua equipa. Estes últimos sabem que quem pressiona e pune os seus pares está apto para lidar com números, mas não são seres humanos. Por outro lodo não sentem a necessidade neurótica de terem sempre razão ou de serem o centro das atenções.
Os excelentes profissionais têm noção de que o poder do elogio é muito mais eficiente do que o poder do medo e das pressões. Têm plena consciência de que tanto para corrigir as pessoas que lideram como para as motivar deverão em primeiro lugar conquistar o território da emoção e só depois o da razão.
Os excelentes profissionais têm o conhecimento de que a liderança e o carisma não dependem da cultura lógica e académica. Há pessoas extremamente cultas que são insuportáveis, e há pessoas simples que são intensamente atraentes.




Nota: Este texto é da autoria de Augusto Cury, médico, psicoterapeuta e escritor de auto-ajuda Brasileiro.

18 de julho de 2012

A Crise Social - Uma nova perspectiva

O grande problema, actual, da sociedade ocidental é o nível de desemprego saltar para números impensáveis. A solução que os políticos e analistas nos martelam, todos os dias pelos meios de comunicação, é o crescimento económico com base nas exportações, porque o estado não tem dinheiro para investir nem para contratar funcionários.
 Esta solução tem como base o pensamento da ciência económica ensinado nas mais conceituadas escolas de economia mundiais, a chamada economia ortodoxa, que moldam o discurso quer dos políticos da chamada “direita” quer dos políticos da chamada “esquerda”.
Porém, o problema também pode ser visto de outra perspectiva. O pensamento de uma das escolas de economia heterodoxa mostra-nos a situação mais crua, mais cruel e radical cuja solução é a sociedade mudar de paradigma. Propõe-nos um choque de mentalidade: o fim da sociedade de trabalho.
É um artigo de autoria de António Guerreiro publicado em 2 de Junho último pelo Semanário Expresso.  É interessante, mesmo que não concordemos com ele, pois mostra a pluralidade de produção do pensamento humano sobre um tema transversal a toda a sociedade. Este artigo peca por não demonstrar como é possível uma sociedade “não produtiva” sobreviver e manter os mesmos níveis de vida que tem, ou será que esta objecção só faz sentido porque o meu pensamento ainda está estruturado numa sociedade de trabalho? Bem, um dos erros crassos das sociedades ocidentais foi a desindustrialização e a aposta nos serviços. Será que as sociedades pós industriais serão tão produtivas que a diminuição do número de horas de trabalhos por pessoa, de modo que mais gente tenha trabalhos, seja sustentável? Leiamos o artigo então:


* Nota introdutória escrita pela Dr. Manuel Jesus.

13 de julho de 2012

1º. Piquenique dte

No passado sábado, dia 7 de Julho, alguns dos colaboradores da dte e seus familiares juntaram-se naquele que foi o 1º piquenique dte.  Este género de convívios, entre outros aspectos, também faz parte da chamada cultura de uma organização, pois enfatiza o lado humano dessa mesma, ou seja, o trabalhador enquanto ser social.
Como seres sociais que somos, neste dia esquecemos o trabalho e exploramos positivamente a interacção, num ambiente diferente do habitual. A interacção nasce da aceitação, desprendimento e acolhimento, e no mundo atribulado em que vivemos às vezes não nos damos conta disso.  Passamos muito tempo no nosso ambiente de trabalho, trocamos imensos e-mails e esquecemos muitas vezes de interagir uns com os outros.  É a partir da interacção social que se constrói o verdadeiro significado da comunicação,  é através da interacção que o sentido é construido pelos participantes, ou seja tudo comunica, não é só as palavras escritas, que por vezes, não são interpretadas da mesma forma como as que são verbalizadas. O  ambiente onde nos encontramos, os nossos gestos e as nossas expressões conferem significado às nossas mensagens.
Sendo assim, na busca de um clima aprazivel de convivência organizacional na dte, no sábado passado privilegiamos a interação e o convivio entre colaboradores e as suas familias. Começamos o dia com  alguns jogos, que já não são muito usuais nas  sociedades actuais,  como se pode ver nestas fotos:
 
 
 
Acreditem que temos verdadeiros craques...








Mas não foram só jogos...também aproveitamos para degustar um almoço delicioso, como podem confirmar:

 

Depois de assado, podemos saborear, aproveitando para por a conversa em dia:

Claro que houve quem regasse isto com, outras iguarias, como por exemplo:

 
 Mas não se ficou por aqui, este encontro também serviu para eu descobrir que temos colegas (homens), com muitos dons culinários. Pelo menos, os bolos eram bem melhores que os meus. Confiram e deliciem-se com estas fotos:



Pois é, feitos por dois homens...e garanto-vos que o bolo de chocolate estava delicioso. O Sushi não provei...mas o aspecto era óptimo...









Foi um dia cheio de surpresas, com pais muito extremosos a interagir, descontraidamente com os seus rebentos:

 

Este dia, também proporcionou um retrocesso no tempo, não só por causa dos jogos da malha, mas também, devido a estes dois veículos tão bem conservados:


Imaginem o colega, Carlos Ferreira a chegar neste protótipo da Famel Zundap, tão caracteristico dos anos 80. Reparem no pormenor do capacete...nada foi deixado ao acaso.
Agora...imaginem o chefe a brincar com esta bicicleta, outro modelo dos anos 80...
O Espaço onde decorreu o convívio fez as delicias das nossas crianças, com baloiços e escorregas:




















nem o, famoso Scooty resistiu a estes divertimentos, e até ele experimentou o escorrega, só foi pena ninguém ter registado o momento, no entanto ficam aqui as fotos, para poderem conhecer este fiel amigo do homem, concretamente amigo do colega Horácio Ferreira:











e...depois de toda esta diversão, tal como o Scooty, regressamos às nossas casas...




Foi um dia, muito bem passado, valeu a pena pela novidade, mas sobretudo pelo convívio e pela interacção entre colegas de trabalho. Apelo a todos para que da próxima sejamos mais.








Concluindo, deixo aqui a sugestão, para se privilegiar mais o contacto interpessoal, também durante o nosso dia-à-dia. Restringir ao máximo as comunicações electrónicas, e falar mais uns com os outros sobre o nosso trabalho. Estou certa que todo o processo de comunicação saíria a ganhar.

21 de junho de 2012

Embraer