27 de maio de 2011

Metodo de prevenção

Pois temos a apresentar um metodo aplicado para nossa salva guarda.



A obra Leroy Merlim de Coimbra arranjou um animal para fazer o serviço de guarda.



Já o ditado dizia que : Quem não caça com cão , caça com gato.



Agora na obra LMC é: Quem não guarda com cão, guarda com gato. :-)










Aqui está o dito "guarda"...

















Sempre alerta...


















Tratamos muito bem...














Agora só está em falta arranjar um nome para o gato.



Agradecia a ajuda de todos para que escolhermos um nome.



Pois os colaboradores da obra LMC agradecem.



Com os melhores cumprimentos. Até Breve

25 de maio de 2011

Brincando com os Provérbios populares

Na cadeia e no hospital não queremos estar.
O trabalho é sagrado, não lhe toques.
Os cães ladram e os gatos miam. (e depois?)
Os últimos serão desclassificados.
Príncipe Encantado só há um e casou-se com a Cinderela
Quando um não quer o outro vira do lado.
Quem casa, se estripa.
Quem cedo madruga, fica com sono o dia todo.
Quem com ferros fere não sabe como dói.
Quem dá aos pobres ainda tem que pagar o motel.
Quem dá aos pobres, adeus...
Quem dá e volta a tirar, nada perdeu.
Quem espera tem que aguardar.
Quem espera, sempre cansa.
Quem feio ama, cego é.
Quem não arrisca é porque não tem caneta.
Quem não arrisca não se lixa.
Quem não deve, não deve.
Quem não tem cão não caça.
Quem ri hoje, já riu.
Quem ri por último é de raciocínio lento.
Quem ri por último é retardado.
Quem semeia ventos, fica despenteado.
Quem tem boca vai ao dentista.
Quem tem cú, caga, quem não tem, caga como pode.
Quem tudo quer, tudo tem.
Quem vê caras, não vê o resto.
Se a montanha vem até ti, foge. Trata-se de um desmoronamento.
Se Maomé não vai à montanha, então vai à praia.
Se o trabalho dá saúde, que trabalhem os doentes.
Se tens pressa, arranja um Ferrari.
Sol e chuva, vou sair de guarda-chuva.
Tire o cavalo da chuva, senão molha-se.
A brincar a brincar, brinca-se muito.
Água mole em pedra dura, entra muda e saí calada.
Agua mole em pedra dura, tanto bate até que molha tudo.
Água mole em pedra dura, tanto bate que acaba a água.
Águas passadas, já passaram.
Alegria de pobre é impossível.
Antes só, do que com dois maricas do lado.
Antes tarde do que mais tarde.
As árvores morrem na posição que estiverem.
Boca fechada não fala.
Boi morto, não torna a viver.
Cada macaco com sua macaca.
Casa roubada ficou sem nada.
De grão em grão a galinha enche o saco.
Deitar cedo e cedo erguer é custa muito mas tem de ser.
Deitar cedo e cedo erguer só se tiver mesmo de ser.
Deitar cedo e cedo erguer, só para quem não tem nada que fazer.
Depois da tempestade, vem a gripe
Devagar nunca se chega.
Em casa de ferreiro só tem ferro.
Em terra de cego quem tem um olho é mirolho.
Em terra de cegos ninguém vê nada.
Filho de peixe faz bolinha d'água.
Gato escaldado, morre.
Há males que vêm para pior.
Mais vale tarde do que muito tarde.
Mais vale uma na mão do que duas no soutien.
Nem tudo que balança, está no parque.
Nem tudo que dá luz, reluz.
O importante não é ganhar, mas fazer o outro perder.
O pior cego é aquele que anda sem bengala.
O riso é o melhor remédio, porque é grátis.
O saber ocupa estantes.
A esperança e a sogra são sempre as ultimas a morrer.
A fé remove montanhas, mas ainda prefiro a Dinamite.
A fé move montanhas, mas os apressados sempre preferem dinamite.
Mais vale um pássaro na mão do que um a voar sobre a nossa cabeça.
Família que reza unida, é religiosa pra caramba
Nem tudo que balança, tá no parquinho
Quem casa, se arrepende
Errar é humano, persistir no erro é americano, acertar no alvo é muçulmano.
Qualquer idiota é capaz de pintar um quadro, mas somente um génio é capaz de vendê-lo.
Tudo é relativo. O tempo que dura um minuto depende de que lado da porta do wc está.
O mais nobre dos cachorros é o cachorro-quente: alimenta a mão que o morde.
Roubar ideias de uma pessoa é plágio. Roubar de várias, é pesquisa.
Na vida tudo é relativo. Um fio de cabelo na cabeça é pouco; na sopa, é muito!
À beira de um precipício só há uma maneira de andar para a frente: é dar um passo atrás.
Diz-me com quem andas, que te direi se vou contigo.
Eu cavo, tu cavas, ele cava, nós cavamos, vós cavais, eles cavam. Não é um pensamento particularmente bonito, mas é profundo.
Errar é humano. Colocar a culpa em alguém, então, nem se fala.

Braga é fantástico

Este texto foi enviado pela Helena Silva das compras que pediu para publicar e escreveu:

Acho que é um texto que orgulha todos os bracarenses e braguistas J

E depois da campanha do braga este ano é mais do que merecido!!



“Braga é fantástico. Às vezes, fica-se com a impressão que é Braga que deveria mandar neste país. Veio do Sporting de Braga o treinador que está a salvar o Benfica. Mas, mesmo sem esse treinador, o Sporting de Braga está em primeiro lugar.
Acho que o Sporting de Braga é o único clube de que todos os portugueses gostam secretamente. Os benfiquistas acham que eles são do Benfica; os do Sporting apontam para o nome e os portistas, por muito que lhes custe, são nortenhos e não se pode ser nortenho sem gostar de Braga.
Toda a gente tem medo - e com razão - do Sporting de Braga. Há a mania de engraçar com a Académica de Coimbra ou com o Belenenses, mas são amores fáceis, que não fazem medo nem potenciam tragédias.
O Sporting de Braga não se presta a essas condescendências simpáticas. É po ser temido que o admiramos. Mais do que genica, tem brio. É uma atitude com que se nasce; não se pode ensinar nem aprender.
A primeira vez que fui a Braga já estava à espera de encontrar uma cidade grande e diferente de todas as outras. Mas fiquei siderado. Acho que Braga se dá a conhecer a quem lá entra, sem receios ou desejos de impressionar.
A primeira impressão foi a modernidade de Braga - pareceu-me Portugal, mas no futuro. E num futuro feliz. O Porto e Lisboa são mais provincianos do que Braga; tem mais complexos; tem mais manias; tem mais questiúnculas por resolver e mais coisas para provar.
Braga fez-me lembrar Milão. É verdade. Eu adoro Milão mas Milão é (mais ou menos) Italiano, enquanto Braga é descaradamente português. Havia muitas motas; muitas luzes; muita alegria; muito à-vontade.
Lisboa e Porto digladiam-se; confrontam-se; definem-se por oposição uma à outra. Braga está-se nas tintas. E Coimbra - que é outra cidade feliz de Portugal - também é muito gira, mas não tem o poderio e a prosperidade de Braga.
Em Braga, ninguém  está preocupado com a afirmação de Braga em Portugal ou no mundo. Braga já era e Braga continua a ser. Sem ir a Roma, só em Braga se compreende o sentido da palavra "Augusta". Em contrapartida, na Rua Augusta, em Lisboa, não há boa vontade que chegue para nos convencer que o adjectivo tenha proveniência romana. A Rua Augusta é "augusta" como a Avenida da Liberdade é da "liberdade" e a Avenida dos Aliados é dos "aliados", mas Braga é augusta no sentido original, conferido pelo próprio Augusto.
Em Braga, a questão de se "comer bem" ou "comer mal" não existe. Come-se. E, para se comer, não pode ser mal. Pronto. Em Lisboa, por muito bem que se conheçam os poucos bons restaurantes, está-se sempre à espera de uma desilusãozinha.
No Porto, apesar de ser difícil, ainda se consegue arranjar alguma ansiedade de se ser mal servido; de ir a um restaurante desconhecido e, por um cósmico azar, comer menos do que bem. Em Braga isso é impossível. O problema da ansiedade não existe. Braga tem tudo. Passa bem sem nós. Mas nós é que não passamos sem ela, porque os bracarenses ensinam-nos a não perder tempo a medir o comprimento das pilinhas uns dos outros ou a arranjar termómetros de portuguesismo ou de autenticidade.
É por isso que o Sporting de Braga está à frente. Não é por se chamar Sporting. Não é por ter cedido o treinador ao Benfica. O Benfica ganhou muito com isso. Mas é o Sporting de Braga que está à frente.
É por ser de Braga. É uma coisa que, infelizmente, nem todos nós podemos ser.
Fique então apenas a gentileza de ficar aqui dito de ter pena de não ser.”


Miguel Esteves Cardoso

23 de maio de 2011

Elsa - Muitos Parabéns!...





“Ausência física, ausência da voz, das risadas e do piscar de olhos, saudade da amizade que ficará na lembrança e em algumas fotos.”

Ficam as fotos para recordar a tua passagem pela dte...Muitos Parabéns, que se repita por muitos e muitos anos...e com alguns bolos...

20 de maio de 2011

Elsa - último dia de trabalho na dte


Esta é a apresentação do Power-point que alguns colegas prepararam no último dia ao serviço da dte.

Até Sempre ....

Caros colegas!

Como é do conhecimento de todos vocês (ou quase todos), este é o meu último dia de trabalho na dte.

Chegou o momento de enfrentar um novo desafio profissional, do meu ponto de vista, mais estimulante, na empresa do grupo - Global Sun!

Cheguei no dia 13/09/2010 (sim, porque estas coisas não se esquecem…), com receio…confesso! Não imaginava a dte com toda esta dimensão!

Entre interiorizar todos os vossos nomes, os vossos rostos, as vossas extensões, os nomes das empresas que colaboramos….valeu-me todo o vosso apoio, ajuda e compreensão!

Resta-me agradecer a cada um em especial, por todo o vosso carinho, amizade e agradáveis momentos que me proporcionaram. J

Levo comigo não só as recordações, como também verdadeiras amizades, algo que me deixa verdadeiramente feliz.

Despeço-me assim, deixando a todos um enorme e sentido beijinho e um verdadeiro “MUITO OBRIGADA!”

Nota: A todos os que possam ficar tristes com a minha “partida”….ANIMEM-SE! Livraram-se do meu presente de aniversário na próxima segunda-feira J

Hoje por volta das 16h30, colocarei na copa um pequeno “mimo” para todos. Consoante a vossa disponibilidade, passem por lá e não se inibam….

10 de maio de 2011



Nova técnica (ainda em fase de desenvolvimento) a ser utilizada na aprovação de autos de produção....Pelo menos com os patos resulta!

6 de maio de 2011

Desenrasque Nº2



Há já algum tempo houve um desenrasque na DTE, sobre um carrinho para transportar as inúmeras capas que estavam no arquivo da DTE.

Pois muito bem desta vez o desensaque chegou á Obra Leroy Merlim-Coimbra, que consiste em juntar algumas peças e não deixar parar a obra.

Receita para desenrasque:

“Ingredientes”:

-6 Disjuntores
-1 Barramento N+R+S+T
-1 Barramento Terra
-20 Pontas de cabo c/ terminal
- 1 Placa de Acrílico
- 1 Armário “para colocar todo este equipamento”


Após 1 a 2h horas temos o resultado…




































Pois pois cá está uma situação que não se vê todos os dias

Espero que gostem e que valha a pena, pois tenho o pescoço a prémio.























Hum...?!

























Sim é verdade Sr. Fernando Ferreira equipado a rigor, com a farda nº1.



Ps: Colegas, quando virem este olhar perto de voçes, pois fujam... :-)


"Se não houvesse justiça"

Algo estranho nesta foto...

As fotos aqui apresentadas estao a mostrar algo um pouco fora do normal...

































Sem comentários... Deixo-os para voces. :-)

Quando o engenheiro não está na obra...!!!











5 de maio de 2011

Encontrei este texto... estamos todos a precisar de ler isto!

Este texto não é meu… encontrei-o num blog... mas estamos todos a precisar de ler isto!




"A geração dos meus pais não foi uma geração à rasca.



Foi uma geração com capacidade para se desenrascar.


Numa terriola do Minho as condições de vida não eram as melhores.
Mas o meu pai António não ficou de braços cruzados à espera do Estado ou de quem quer que fosse para se desenrascar.


Veio para Lisboa, aos 14 anos, onde um seu irmão, um pouco mais velho, o Artur, já se encontrava. Mais tarde veio o Joaquim, o irmão mais novo.
Apenas sabendo tratar da terra e do pastoreio, perdidos na grande e desconhecida Lisboa, lançaram-se à vida.
Porque recusaram ser uma geração à rasca fizeram uma coisa muito simples.
Foram trabalhar.
Não havia condições para fazerem o que sabiam e gostavam.
Não ficaram à espera.
Foram taberneiros.
Foram carvoeiros.
Fizeram milhares de bolas de carvão e serviram milhares de copos de vinho ao balcão.
Foram simples empregados de tasca.


Mas pouparam.
E quando surgiu a oportunidade estabeleceram-se como comerciantes no ramo.
Cada um à sua maneira foram-se desenrascando.
Porque sempre assumiram as suas vidas pelas suas próprias mãos.
Porque sempre acreditaram neles próprios.
E nós, eu e os meus primos, nunca passámos por necessidades básicas.
Nós, eu e os meus primos, sempre tivemos a possibilidade de acesso ao ensino e à formação como ferramentas para o futuro.
Uns aproveitaram melhor, outros nem tanto, mas todos tiveram as condições que necessitaram.
E é este o exemplo de vida que, ainda hoje, com 60 anos, me norteia e me conduz.
Salvaguardadas as diferenças dos tempos mantenho este espírito.
Não preciso das ajudas do Estado.
Porque o meu pai e tios também não precisaram e desenrascaram-se.
Não preciso das ajudas da família que também têm as suas próprias vidas.
Não preciso das ajudas dos vizinhos e amigos.
Porque o meu pai e tios também não precisaram e desenrascaram-se.
Preciso de mim.
Só de mim.
E, por isso, não sou, nunca fui, de qualquer geração à rasca.
Porque me desenrasco.
Porque sempre me desenrasquei.
O mal desta auto-intitulada geração à rasca é a incapacidade que revela.
Habituados, mal habituados, a terem tudo de mão beijada.
Habituados, mal habituados, a não precisarem de lutar por nada porque tudo lhes foi sendo oferecido.
Habituados, mal habituados, a pensarem que lhes bastaria um canudo de um qualquer curso dito superior para terem garantida a eterna e fácil prosperidade.
Sentem-se desiludidos.
E a culpa desta desilusão é dos "papás" que os convenceram que a vida é um mar de rosas.
Mas não é.
É altura de aprenderem a ser humildes.
É altura de fazerem opções.
Podem ser "encanudados" de qualquer curso mas não encontram emprego "digno".
Podem ser "encanudados" de qualquer curso mas não conseguem ganhar o dinheiro que possa sustentar, de imediato, a vida que os acostumaram a pensar ser facilmente conseguida.
Experimentem dar tempo ao tempo, e entretanto, deitem a mão a qualquer coisa.
Mexam-se.
Trabalhem.
Ganhem dinheiro.
Na loja do Shopping.
Porque não?
Aaaahhh porque é Doutor...
Doutor em loja de Shopping não dá status social.
Pois não.
Mas dá algum dinheiro.
E logo chegará o tempo em que irão encontrar o tal e ambicionado
emprego "digno".
O tal que dá status.
O meu pai e tios fizeram bolas de carvão e venderam copos de vinho.
Eu, que sou Informático, System Engineer, em alturas de aperto, vendi bolos, calças de ganga, trabalhei em cafés, etc.
E garanto-vos que sou hoje muito melhor e mais reconhecido socialmente do que se sempre tivesse tido a papinha toda feita.

Geração à rasca?
Vão trabalhar que isso passa."

4 de maio de 2011

Comunicado Final - II Torneio de Futsal Grupo dst

           É com imensa satisfação e ao mesmo tempo com grande orgulho, que vos venho dirigir estas últimas palavras sobre o II Torneio interno de futsal da empresa, que, como todos sabem, chegou ao fim no passado dia 29 de Abril.
           Em primeiro lugar, começo por agradecer a todos os intervenientes neste torneio, pois sem vocês não seria possível levar a efeito este evento que já começa a criar raízes entre todos os interessados.
Em segundo lugar não posso deixar de agradecer a todos que com o seu esforço e dedicação nos apoiaram todas as semanas com a sua presença no recinto desportivo privando-se de muitas horas de laser e no seguimento dos agradecimentos não posso deixar de agradecer á administração da Empresa a disponibilidade de estar presente na final colaborando na entrega dos troféus.
          Por fim quero deixar aqui um agradecimento muito especial a todo o público que marcou presença na festa final no pavilhão de Lamaçães, pois também é com essa intenção que pretendemos solidificar e fortalecer os laços de camaradagem existentes entre nós – GRUPO DST,
          Um agradecimento e uma gratidão enorme para os nossos fotógrafos de serviço que estiveram sempre disponíveis em todos os jogos, bem como á nossa dupla de árbitros que foi inexcedível tanto no esforço físico como na generosidade humana impostas em todos os jogos. Sem todos vós seria impensável levar avante tão difícil quanto útil e apreciado torneio. Julgo não me ter esquecido de ninguém, mas se tal aconteceu não foi por má fé e por isso deixo aqui as minhas sinceras desculpas.  
           A terminar apenas fica a promessa que para o próximo ano, iremos avançar com o III Torneio de Futsal.
                                                                                    Até breve


                                                                              A ORGANIZAÇÃO

                       Heitor Maranho

                 Paulo Silva
                       
                        Maria do Carmo

3 de maio de 2011

Coisas boas da DTE... :-)

Olá colega “Anónimo”

Como perguntou sobre o que é que a DTE tem de bom…

Pois muito bem eu digo-lhe, pois da maneira como fala deve de estar na DTE há pouco tempo.

Coisas Boas da DTE:

- Temos colegas sempre dispostos a ajudar uns aos outros.
- Temos o salário certo todos os meses (apesar de agora ter reduzido para 22h), mas continuamos a receber.
- Temos viatura da empresa para poder-mos nos descolar
- Gasóleo (é só ir há bomba e CHEIO)
- Temos “colegas” no escritório que por acaso ate são muito bonitas… :-)
- Temos formações pagas pela empresa, que ajudam no futuro, e a ter um currículo mais completo.
- Temos telemóvel da empresa, novo, com um Saldo mais melhor bom, e que passa a ser como um telemóvel pessoal.
- Temos um Blog da DTE, que ajuda a espalhar a palavra dos colaboradores e também  “esclarecer algumas duvidas a alguns colegas…”
- E ainda há mais algumas…

Agora espero que esteja esclarecido quanto ao que há de bom na DTE… colega Anónimo.

Se alguém souber mais alguma coisa comentem…

Com os melhores cumprimentos do vosso amigo Electrão :-)

2 de maio de 2011

Para darmos mais valor à nossa "vidinha chata....."

Todos passamos a vida a desejar a vida o que não temos...
“A Vida Normal”, Carla Machado in PUBLICO, 24.08.2006
Doutorada em Psicologia pela Universidade do Minho

“Todos passamos a vida a desejar a vida que não temos. Queixamo-nos do emprego, dos colegas que são chatos, do chefe que não nos dá valor, do muito que trabalhamos e do ordenado que é fraco. Reclamamos do tempo, que chove e não se pode ir à praia, que não chove e faz mal à agricultura, do sol que é pouco ou demasiado, do suor, do frio e do vento, do calor que nunca mais se vai embora e do Verão que nunca mais chega. A família cansa-nos, mas odiamos quando esta nos ignora; dizemos mal dos amigos sem os quais não sabemos passar; suspiramos pelo fim do serão em que as visitas se vão embora, mas despedimo-nos combinando um novo jantar. Estamos fartos dos filhos, mas passamos o tempo a falar deles e a mostrar as suas fotografias aos amigos. O barulho que fazem enlouquece-nos, mas o silêncio da sua ausência é insuportável. Queixamo-nos do marido ou da mulher, que não são como dantes, que nos irritam, que não nos surpreendem, mas suspiramos quando nos faltam e reclamamos quando fazem alguma coisa com a qual não contávamos. Estamos no Algarve a suspirar pela frescura do Minho, no Minho damos por nós desejosos da brisa costeira, na cidade irrita-nos o artificialismo e em Trás-os-Montes formigamos com a ânsia de fugir à ruralidade. E do país, todos nos queixamos do país até ao momento em que “lá fora” concluímos com um orgulho disfarçado que realmente “comer, comer bem, só mesmo em Portugal”. De queixume em queixume, passamos pela vida muitas vezes sem deixar verdadeiramente que a vida nos atravesse. E só quando somos roubados ao quotidiano que tantos maldissemos damos conta do tempo que perdemos nos lamentos sobre o tempo que os outros nos fazem perder. Há pouco mais de um mês, numa consulta que era suposto ser de rotina, foi-me diagnosticado um tumor. Felizmente benigno, como soube após 24 horas de espera. E, tal como seria de prever, naquele momento inicial em que o espectro de algo mais grave ainda não tinha sido afastado, o meu pensamento imediato foi: “Mas afinal porque é que eu estou aqui, afundada em Braga a trabalhar, em vez de ter já há muito tempo fugido para Bora-Bora?” Passado contudo tal instante, e nas 23 horas que se seguiram, foi da vida normal que tive saudades antecipadas. A vida normal: trabalhar, ir ao cinema, abraçar quem amo, rir-me das pequenas parvoíces do quotidiano, ver a minha filha a dormir e sentir o seu cheiro. A vida normal está aqui mesmo ao lado. E aposto que Bora-Bora tem imensos mosquitos.”

29 de abril de 2011

Jogo Dream Team

Hoje, a equipa da dte, DREAM TEAM, vai jogar com a equipa dos motoristas: Os Terríveis.
Este jogo vai apurar o 3º. e 4º. lugar, do torneio dst. O jogo realizar-se-á, pelas 22.00h. no novo pavilhão de Lamaçães.

Fica aqui o convite...

27 de abril de 2011

A introspecção valorativa da sociedade

A crise que temos é muito mais profunda que a questão financeira e política. É uma crise de valores morais. O materialismo é o dogma que impera nas relações humanas consubstanciado na premissa do consumismo e na maximização do bem-estar individual.
Se olharmos os primórdios da ciência económica, a economia aparecia nos ramos das ciências morais e políticas.

Adam Smith escreveu que “o homem sábio e virtuoso está sempre disponível para sacrificar o seu próprio interesse privado ao interesse público da sua ordem ou sociedade” “não ao amor do vizinho, nem ao amor da humanidade. É o amor pelo que é honroso e nobre, pela grandeza, e dignidade, e superioridade dos nossos próprios carácteres”, ou seja, maximizando o lucro respeitando os princípios éticos fundamentais.

Alfred Marshall um dos economistas mais importantes na viragem do sec. XIX para o sec. XX escreveu no seu livro “Princípios de Economia” que “o carácter do homem tem sido moldado pelo seu trabalho de todos os dias e pelos recursos materiais que desse modo procura, mais do que qualquer outra influência, com a excepção dos seus ideais religiosos”, acrescentando que “a actividade pela qual uma pessoa ganha o seu sustento preenche geralmente os seus pensamentos durante a maior parte das horas em que a sua mente se mantém activa; durante essas horas o seu carácter vai sendo formado pelo modo como aplica as suas faculdades no trabalho, pelos pensamentos e os sentimentos que lhe sugere, e pela forma como se relaciona com os seus companheiros de trabalho, os seus patrões ou os seus empregados”. No fundo colocava a economia no centro da vida do Homem através do modo como a acumulação da riqueza era gerada, apenas acreditava que era superada pelo seu credo religioso. Considerando que a economia é o estudo do comportamento e do carácter do homem tendo em conta a obtenção e gestão da riqueza adquirida, não deixava de concluir que o comportamento do homem é por natureza moralmente orientado, concretizado nas decisões e escolhas que toma. O homoeconomicus tomava as suas decisões de acordo com uma hierarquia de valores previamente matizados na sua consciência moral, constituindo esta moralidade uma barreira de não transgressão.

Com o avanço da modernidade, os valores morais suportados pelas verdades religiosas foram postos em causa, e mesmo destruídos, pelo racionalismo emanado do iluminismo proveniente da revolução francesa. E pelo avanço do liberalismo ancorado na maximização da riqueza e do culto do indivíduo. Sem esquecer a realidade histórica das sociedades, que tentaram implantar infrutiferamente um socialismo científico e materialista, cuja religião não constava das matizes a incorporar na racionalidade dos cidadãos.

Lembremos Hegel. Advogava que a liberdade dos indivíduos não devia sobrepor-se à eticidade colectiva, nem à razão universal. No fundo, o colectivo fundeado no estado deveria sobrepor-se à vontade do individuo, e a vontade de uma sociedade de estados devia se sobrepor à vontade individual de um estado membro. O conceito de liberdade individual devia incluir as suas consequências e condições colectivas, liberdade democrática. Este conceito encontrava-se no extremo oposto da liberdade liberal, que se caracteriza pela liberdade sem limitações, com a desregulamentação das relações dos indivíduos, com a subordinação do estado aos cidadãos, com limitação à vigilância estatal, com predomínio político da vontade individual e com a interpretação do jogo político livre a partir da concorrência dos diversos interesses particulares em jogo. Veja-se a desregulamentação da limitação da alavancagem financeira nos U.S.A. que levou à bancarrota de bancos de investimento em 2008.

Como curiosidade. Para Hegel a democracia parlamentar tal como existe é um logro, representa apenas a clubite partidária e não a legítima representatividade dos cidadãos. A democracia só é possível com e pela via da presença constante dos cidadão de modo a velar pelos bens públicos como se dos próprios se tratassem, de modo a evitar que alguém ou grupo se apropriem dele. E isso, só foi possível na Grécia Antiga, uma vez que a escravatura tornou os atenienses livres para se comprometerem na governação dos destinos das cidades-estado. Já o ateniense Sócrates, em República de Platão, desconfiava da democracia enquanto a melhor forma de organização do estado, pois o descontrolo levado a cabo pela excessiva liberdade individual matava a democracia consubstanciado no enfraquecimento da autoridade e na degradação moral da sociedade, acabando por levá-la à mais infame etapa de governação: a tirania. Toda esta desconfiança é-nos familiar na actualidade.

Uma das criticas do Hegel ao liberalismo, é o facto de tenderem a levarem os seus princípios para além dos campos políticos e económicos, penetrando no campo religioso, e das crenças do povo, negando o papel especulativo e educador da religião. Considerava a religião também um saber absoluto, e ao ser ainda representativo, emotivo e sensível, era mais acessível ao povo. A liberdade de consciência e de fé religiosa era um dos direitos básicos de todo o cidadão, contra a qual determinada modernidade iluminista radical agiria. A filosofia e a religião têm a verdade como objecto e certamente no sentido mais elevado, em que Deus é a verdade e apenas ele é a verdade. A filosofia procurava Deus pela razão, o senso comum pela coerência do discurso do dogma. Assim valorizava o papel da religião como um racional de compreensão da verdade, esta antecipa-se à filosofia na revelação do absoluto. A verdadeira religião e a verdadeira religiosidade provinham da eticidade. A religião é entendida por todos e é apreendida mais cedo, a filosofia tendia para as elites.

O combate à religião levado a cabo nos últimos dois séculos levou-a à sua menorização como fundo educador da população. Lembremos o pensamento hegeliano “a religião é entendida por todos”. Gandhi escreveu também que “a essência da religião é a moralidade”. Os valores morais intangíveis, que norteavam as decisões, foram gradualmente postos em causa, deixando um vazio que norteia as actuais referências da nossa sociedade. Nesse vazio, a riqueza material e a ostentação tornaram-se objectos de culto social, orientando os comportamentos sociais na sua direcção. Por isso, quem ousa optar por outros princípios terá resultados inferiores, terá menor remuneração, será perdedor e sairá da competição substituído por outro. A obtenção de resultados materiais favorece os decisores menos dados a preocupações éticas, e, quando o reconhecimento social favorece mais os resultados do que os meios para os obter, os decisores económicos tendem a ajustar os seus comportamentos por condutas menos escrupulosas. Na ética empresarial, este cultura reflecte-se no alcançar dos resultados imediatos, trimestre a trimestre. Esta política métrica tornou-se quase uma obsessão dos gestores que a esse objectivo transitório tudo sacrificam. Esta obsessiva competição, em particular no sector financeiro, levou a descurar a sustentabilidade das empresas e a transgredir regras de comportamento de boa gestão: assumir riscos excessivos, abusar da boa-fé e confiança de terceiros, esconder as perdas ou exagerarem os ganhos com artifícios contabilísticos falsificando as contas. Isto colapsou o mercados.

Também os estados e os indivíduos descuraram a opção pela prudência e pela sustentação da sua existência, o padrão da poupança presente que não é mais do que a transferência de riqueza do presente para o futuro, optando pela maximização do bem estar presente, sacrificando a riqueza presente e hipotecando o futuro através da irresponsável política de endividamento cujo pagamento está dependente de rendimentos futuros e incertos.

Dan Ariely Num, especialista em economia comportamental, levou a efeito um estudo no MIT, universidade americana, tendo por base os estudantes norte americanos desta faculdade com objectivo de avaliar a sua disposição para transgredir as regras de boa conduta social. Dividiu os alunos em dois grupos, sendo ao primeiro grupo pedido que citassem dez livros que tinham lido no liceu, e ao outro grupo que citassem os Dez Mandamentos que a custo lá foram dizendo alguns. Depois de fazer a experiência, os indivíduos deste segundo grupo não transgrediram ao contrário do primeiro grupo. Para extrapolar os resultados libertando-os de carga religiosa, voltou a inquirir estes dois grupos novamente sujeitando o segundo grupo a assinar que “tenho conhecimento de que este inquérito é sujeito ao código de honra do MIT” (apesar do MIT não haver nenhum código de Honra). Novamente no segundo grupo ninguém voltou a ter comportamentos de transgressão. Isso permitiu concluir que um código de conduta moral fortemente implantado na consciência das pessoas gera nestas comportamentos mais responsáveis.

Isto confirma que os valores éticos e morais são essenciais à preservação da liberdade dos indivíduos e à sobrevivência dos próprios estados, ou das comunidades que os agregam e das organizações onde actuam. Os estados, as organizações e os indivíduos tomam decisões e estas sobressaiam nas escolhas feitas que dependem do horizonte que se pretende almejar. As escolhas que apenas se limitam à solução técnica estão condenadas ao fracasso a longo prazo, e o egoísmo que muitas vezes escondem, podem conduzir a humanidade a uma nova catástrofe. Lembremo-nos do curso da História, as rivalidades, os individualismos, os nacionalismos, os sonhos dos grandes impérios levaram a Europa às ultimas duas guerras mundiais. A ética, a política, a religião e a filosofia devem voltar a ser um dos pilares do ensino de modo a formar melhores cidadãos, pois não podem ser entidades com o propósito de apenas criarem peças para a engrenagem capitalista, parafraseando Marx. E um mundo pejado de bons cidadãos será um mundo melhor que o actual.

Referências bibliográficas
Vitor Bento, Economia, Moral e Politica
Gonçal Myos, GWF Hegel,
Platão, República

24 de abril de 2011

Páscoa... :-)

 Olá Olá

Estou aqui para esclareçer uma duvida...




Um pouco de humor...

...Feliz Páscoa...








Com os melhores cumprimentos do vosso amigo ElEcTrÃo... :-)

22 de abril de 2011

Sobre o encorajamento

Olá Colegas.

Em relação ao assunto de encorajamento só tenho a dizer que eu sozinho não faço nada preciso de vocês porque temos de nos juntar.

Já toda a gente sabe o que aconteceu há pouco, de nos terem reduzido as horas extras de 44h para 22h.

Se já alguns colegas, têm muitas horas no BANCO DE HORAS, pois agora é que elas vão subir.

E subir porque? Perguntam vocês. Quase todas as obras em que nós trabalhamos fazemos horas e horas trabalhamos noites, e para que?

Para a empresa receber os lucros e os louvores, e nós o que recebemos?! Aquelas palmadinhas nas costas...

E nós seguimos em frente, com a esperança de que um dia seja diferente, que alguém reconheça o nosso valor... mas o que nos estão a fazer e deitar abaixo.

Caros colegas espero que isto mude algo, ate lá conto com o vosso apoio...

Com os melhores cumprimentos do vosso amigo ElEcTrÃo  :-)

21 de abril de 2011

Encoragamento

colega electrão,

a tua identidade é desconhecida..muito bem..acho uma boa ideia!!!
já tive oportunidade de ler um bocadito da publicaçao que apagaste...isso é que ta mal...nao deixes de publicar o que "te vai na alma"...